A alegria diária de fazer amigos na net
Martins etc etc etc: olá Cátia
Cátia Vanessa: olá tudo bem
Martins etc etc etc: tudo bem contigo
Cátia Vanessa: tudo
Martins etc etc etc: continua tudo bem não é?
Cátia Vanessa: sim...tudo bem
Martins etc etc etc: que tens feito áo fim de semana, tens ido á praia
Cátia Vanessa: não..tenho ficado em casa..
Martins etc etc etc: tens estado melhor da leucemia
Cátia Vanessa: da quê? estás-me a confundir com alguém não?
Martins etc etc etc: naturalmente sim
Cátia Vanessa: eu tive anemia
Martins etc etc etc: sim é issi
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17.10.06
21.9.06
Ontologia Messengeriana #1
Não sei se também acontece convosco, mas sempre que abro o meu messenger penso que todas as frases que cada um dos meus contactos coloca junto ao nome me são dirigidas. "Esta é self centred", pensarão vocês. Eu, que pouco sei de inglês, e que não sei o que isso quer dizer reduzo-me à minha ignorância e sigo em frente. Pois, numa dessas noites de solidão messengeriana, dei comigo a pensar ser a destinatária de uma frase que me fez estremer e sacudir a cabeça repetidamente e várias vezes. Dizia um dos moços, cuja identidade eu vou preservar, chamando-lhe apenas Bruno...que é, no fundo, o nome dele: "Dizem que o tempo cura tudo. Mas desde que me apaixonei de ti, o tempo se congelou (gosto muito mesmo de ti, para quem é sabe bem) - Não existe amor impossível, apenas pessoas incapazes de lutar por aquilo que chamam de amor". Lindo, lindo, lindo...e percebi que aquilo só podia ser cá para a Raquel Cristina.Poderia fazer uma análise profunda da frase. Poderia. Mas a minha pouca instrução iria tirar todo o brilho ao autor da frase...que vamos mesmo só chamar de Bruno...mas que aquelas palavras revolveram todo o meu ser, lá isso...não posso negar.
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