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21.2.08

Dá cá beijinho, amor...que a gente devolve-te "la pasta"

Da cidade de Pádua, na Itália, chega-nos uma notícia surpreendente. A autarquia local anda a cobrar uma multa de 50 euros aos munícipes que são apanhados em flagrante a tentar adquirir os serviços de uma profissional da noite. As meninas, por seu lado, numa atitude corporativista sem precedentes, decidiram dar uma borla geral aos clientes que forem apanhados. E, numa espécie de onda "prostitutas unidas venceremos", cerca de 80 por cento de profissionais já aderiram a esta modalidade. É uma espécie de feirão do sexo, mas sem cartões, talões ou outras complicações. É a loucura geral.

E porque as meninas não pretendem enganar ninguém, as que aderiram a esta iniciativa estão identificadas com um dístico cor-de-rosa. Portanto, garotos, tende cuidado. Se querem os euros de volta procurem as pimpolhas cor-de-rosa.

26.4.07

Bdia pequenos




*post com a colaboração do nosso novo correspondente da BBC

12.3.07

Lara, conseguiste!

(Lara Torres, col. Outono-Inverno 2007)

A criadora Lara Torres conseguiu finalmente atingir o seu objectivo para o qual tem lutado desde há muitos anos, que era apresentar na Moda Lisboa uma verdadeira colecção exclusiva para mortos-vivos.

Determinante no sucesso da operação foi a música de Emmanuel Nunes, sugerida pelo Sinal de Alarme e também a escolha deliberada de modelos com anorexia nervosa, apresentando atestado comprovado por médico psiquiatra e a quem foram ministradas elevadas doses de suporíferos antes do desfile, para que não tivessem força de levar a mão à anca.

Aliás, Lara Torres não perdoou mesmo a uma das modelos, que era claramente "overweighted" para os seus padrões (não se via a clavícula e tinha ainda vestígios do músculo esternocleidomastoideu, que lhe permitiam lamentavelmente a rotação lateral da cabeça) e que quase parecia viva (a ponto de a certa altura parecer esboçar um sorriso): enquanto lhe batia violentamente para que não voltasse nos agradecimentos finais, Lara Torres justificava-se à nossa reportagem, dizendo que não é sensível aos apelos de Madrid porque não é de modas.

O próximo objectivo de Lara Torres é agora apresentar as suas colecções com AUTÊNTICOS mortos-vivos, apresentando uma legião de modelos mutiladas, carregadas de sangue, deformadas e pútridas, pelo que ao que se sabe, está já a testar uma vacina, presente de George Romero. Também para reforçar o realismo da coisa, o Sinal de Alarme planeia substituir Emmanuel Nunes por Sei Miguel.

Quanto à colecção em si, apenas tenho a dizer que se aquela é roupa de zombie então eu quero morrer.






9.10.06

Alarme Mulher #3


Pra quem não pode ter um carlopod

Para satisfazer o nosso público feminino, que não pára de me assediar e a quem tenho mais dificuldade em dar vazão, inventei este gadget.

6.10.06

Alarme Mulher #2


Vá lá, nem tudo é mau

Com o excesso de tempo que tenho para me concentrar em temas frívolos, eis que surge mais um.
Estou em condições de vos dar a notícia de que a Moda Lisboa é este ano no Museu da Electricidade. Vai daí, o tema só podia ser Energy. Assim mesmo, em inglês e tudo. Nada menos fútil podia sair daquelas cabecinhas inspiradas.
Consta que, empurrada por amigos, a criadora Lara Torres decidiu levar a analogia até ao fim e vai electrocutar na passerelle todas as suas modelos (na foto a sua criação-sensação Electric Chair, da colecção Primavera/Verão 2007).
Quem não vai perder pitada desta vez sou eu.

4.10.06

Alarme Mulher #1

Nova coluna com novidades nacionais e internacionais, sociedade, televisão, saúde, bem-estar, boas maneiras, sexualidade, família, moda e beleza, destinada à mulher moderna, mulher que é mulher, mãe, profissional e amante.

Hoje:
Natascha, a malcriada


Deus sabe o quanto é difícil ser mãe. Li agora que Natascha Kampusch, a rapariga austríaca que foi sequestrada dos 10 aos 18 anos, mal foi devolvida à família, quer já ir viver sozinha! Imaginem as leitoras o sofrimento da mãe, que não consegue ter mão numa filha ensimesmada, com a mania que é o centro das atenções, desavergonhada e mal-agradecida. Já sabíamos que a rapariga era manipuladora mas, decididamente, continua na idade do armário. Para mim, a solução era fechá-la no quarto.