25.3.07

S.A.R. Rosário Poidimani

S.A.R. Rosário Poidimani, o alegado verdadeiro duque de Bragança e herdeiro do trono português, foi preso e acusado de burla, associação criminosa, extorsão, falsificação, contrafacção de instrumentos usados na autenticação de documentos oficiais e identidade falsa. A operação teve um nome a condizer "The Kingdom" e prendeu este ser e mais sete colaboradores. O passaporte dizia "Sua Alteza Real o Príncipe de Bragança". O empresário de ascendência Veneziana e Siciliana, entre vários crimes de maior ou menor gravidade, vendia títulos nobiliárquicos e a promessa de fundar um principado no meio do Mediterrâneo (ainda gostaria de saber onde exactamente). A sua costela siciliana deve ter falado mais alto.

Ainda assim gostaria de saber quem é que pode acreditar nisto? A troco de uma matricula diplomática e de promessas utópicas pagavam, os burlados, entre 50 e 100 mil euros. Que palhaços.

D. Duarte Pio de Bragança, outro pretendente à utópica ideia de um trono monárquico em Portugal, já fez saber que não comenta a detenção. Porém o representante da Causa Real disse "o sítio dos vigaristas é na cadeia". Coitado do homem. Ele só queria ser rei. Fosse onde fosse. Até inventou um possível principado no meio do mediterrâneo. A paranóia deste individuo dura já há muitos anos. A sua pretensão ao trono de Portugal obrigou a que o estado português tivesse que agir no ano passado reconhecendo D. Duarte como o herdeiro legítimo. Pois eu sugiro que Poidimani se candidate ao governo autónomo da Madeira. Sempre dá mais pica à besta.

15 comentários:

carlopod disse...

este senhor quase faz o d.duarte pio parecer normal!
mas, na verdade, àparte as falsificações, não sei se não terá razão. o d. duarte pio é herdeiro ao trono porque é filho do d. duarte nuno, que só é herdeiro porque o d. carlos não teve filhos legítimos (tiveram que ir buscar esses dois à linha de sucessão do d. miguel, que tinha sido rei muito tempo antes). este d. rosário é herdeiro porque a d. maria pia (a única filha - ilegítima - do d. carlos) renunciou ao título a favor dele (provavelmente recebeu uns trocos por isso).
ora para mim uma filha ilegítima ainda é filha, portanto legítima herdeira do trono e que legitimamente o passou a este senhor. então, meus amigos, em verdade vos digo: VIVA EL REI DE PORTUGAL D. ROSÁRIO I.

remiguel disse...

é jeitoso, dava um belo rei tamagochi!

Anónimo disse...

A única sucessora directa da coroa portuguesa foi D. Maria Pia de Saxónia Coburgo Bragança, filha do Rei D. Carlos I de Portugal com D. Maria Amélia Laredo e Murca e, consequentemente, irmã do Rei D. Manuel II. Por isso, o verdadeiro titular da Casa Real Portuguesa é D. Rosário de Saxe-Coburgo-Gotha de Bragança e não o Sr. Duarte.

Anónimo disse...

as fábulas à volta da casa real portuguesa são mais entediantes e puritanas que os livros da anita.

Anónimo disse...

SAR o Príncipe D. Rosário de Saxe Coburgo Gotha Bragança é o legítimo Duque de Bragança, primo e sucessor de SAR a Princesa D. Maria Pia, a única filha sobrevivente de D. Carlos I.

D. Rosário tem carisma e é determinado naquilo que pretende, mão necessita da bajuladores baratos como o falsário de D. Duarte Pio.

Anónimo disse...

Vale a pena é ver o site www.reifazdeconta.com em crimes no MNE.

Duarte Pio à rasca pede aos amigos para meterem um pacote de droga no bolso de D. Rosário para o incriminar, a droga não era quimica, eram documentos falsos com papel timbrado do estado nomeadamente do MNE, fale mesmo a pena ler e perceber que este homem deve ser mesmo de bem para o tentarem tramar da forma canalha que fizeram....

Anónimo disse...

VIVA SAR DOM ROSARIO O VERDADEIRO DUQUE de Bragança e Chefe da Casa Real de Portugal!
VIVA PORTUGAL!

Anónimo disse...

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Mensagem de Natal de S.A.R. Dom Rosário, XXII Duque de Bragança aos Portugueses
Mensagem de Natal de S.A.R. Dom Rosário,

XXII Duque de Bragança

– 25 de Dezembro de 2008 –

Portugueses e portuguesas!

Nesta sagrada noite de Natal pretendo fazer chegar até vós uma palavra de fé e de esperança para um futuro próximo melhor. No entanto, e pelo enorme respeito e amizade que vos tenho, entendi que devia começar por apresentar uma reflexão sobre os duros tempos que se avizinham de todos nós (e que, muitos, infelizmente, já vivenciam nas suas próprias vidas). É chegada a hora de alguém vos falar com toda a verdade, e sem meias palavras, da dura realidade que teremos – juntos – de enfrentar a partir de meados do próximo ano.

Em primeiro lugar, desejo que saibais que tudo o que está a acontecer (e virá ainda muito pior) se deve ao fim do paradigma económico que tem governado o Mundo – desde o chamado capitalismo selvagem, fundado numa economia de guerra e pela dependência energética do petróleo. Agravado com a tentativa da globalização que, a bem dizer, não é senão a nova forma de escravatura social e económica de toda a Humanidade, este paradigma submeteu-nos, no geral, a uma dúzia ou dúzia e meia de multinacionais e banqueiros que se souberam aproveitar das diversas conjunturas de crise. Estas mesmas multinacionais controlam a nossa alimentação introduzindo pesticidas e organismos geneticamente modificados que nos destroem, a pouco e pouco, a saúde. Estas multinacionais têm vindo a abafar ao longo de décadas as soluções energéticas não poluentes (como o hidrogénio ou os motores magnéticos), permitindo que o planeta prossiga no seu ritmo acelerado de auto-destruição, poluído, e provocando alterações climáticas e a libertação de toxinas mortais na cadeia alimentar. Reparai que, mais tarde, são também estas mesmas multinacionais que nos vendem os produtos que iremos necessitar para nos tratarmos das doenças que aparecem. Tal como os vampiros, pode dizer-se, elas vivem do nosso sangue, do nosso suor e das nossas lágrimas!

Em segundo lugar, gostaria de vos invocar a questão do estímulo ao consumismo que tem feito com que sociedades inteiras tenham ficado verdadeiras reféns da banca. Perguntai a vós mesmos se a vossa casa é mesmo vossa? E se o vosso carro, ou outro meio de transporte, é mesmo vosso? Ou será tudo, afinal, pertença da banca?

Vede que os próprios governos, por causa dos empréstimos – quer nacionais, quer das autarquias – estão agora, mais do que nunca, reféns do sector bancário. Repare-se também que, num momento em que a banca apresenta lucros escandalosos, as famílias passam por gravíssimas necessidades (já para não dizer fome, porque esta é a dura realidade). Os governos, ao invés de ajudarem os pobres e os pequenos empresários, preferem dar dinheiro à banca para que esta o empreste a conta gotas aos inúmeros aflitos que, inocentemente, terão de apertar ainda mais o laço que os asfixia. Na verdade, todas as medidas que vemos os actuais governos lançarem mão para relançamento da economia, serão alvo de fracasso. Isso deve-se à simples razão de que a economia funciona segundo um padrão biológico e um esquema bastante semelhante a uma pirâmide alimentar (em cuja base está o povo trabalhador e produtor).

A economia é como um corpo: o dinheiro está para a economia como o sangue está para um corpo, ele não apenas tem de percorrer todos os principais órgãos, como ir até à mais ínfima das células e só através desse fluxo dinâmico de circulação financeira se poderá manter uma economia viva.

Ora acontece que não só os muito ricos, como também os medianamente ricos começaram de há uns tempos a esta parte a fazer retenção de dinheiro e a não investir. Nos países ocidentais, onde Portugal se insere, um dos principais motivos se deve às escandalosas cargas fiscais, à concorrência desleal dos produtos asiáticos e a muitos maus exemplos de esbanjamento de dinheiros públicos e obras faraónicas que os governantes permitem, e mesmo incentivam, para satisfação de lobbies em detrimento das reais necessidades dos cidadãos.

Ao não haver investimento, o dinheiro não circula; logo, este não gera mais valias.

Os cidadãos que formam a base desta pirâmide e que vivem com baixos rendimentos, recorrem a expedientes de trabalho complementar (numa economia paralela) para poderem manter o seu nível de vida e manter ainda os seus empréstimos com a banca, para pagar os seus impostos, etc. A partir do momento em que legislações (ditadas pelas grandes multinacionais) completamente deslocadas da realidade económica e social se impuseram através de politicas de intimidação, exterminando essa economia paralela e não incentivando a economia normal através de uma baixa drástica da carga fiscal e de leis facilitadoras que permitissem aos agentes estimulo para investir e trabalhar, os políticos secaram a fonte.

Se na base da pirâmide está o povo que é quem tudo produz e onde toda a riqueza real é gerada (a outra é especulativa), é fácil perceber que destruindo as parcas economias das massas trabalhadoras a pirâmide económica e social inteira se desmorona: é o comerciante que deixa de vender porque o povo não pode comprar, é a fabrica que deixa de produzir porque o comerciante não compra, é a fábrica que tem de fechar porque os produtos não saem, e são os trabalhadores que são despedidos e ficam sem dinheiro e acabam por alimentar mais este ciclo infernal de destruição da economia.

Os despedimentos geram dependência estatal, subsidio-dependência e perda de receitas. É este o inferno em que os actuais governantes nos colocaram cujo final será a destruição da civilização tal como a conhecemos hoje. Porque o inferno vai sucumbir a si próprio para dar origem a um novo paradigma económico e social, onde os jovens – ao contrário de hoje – se podem rever e viver a esperança da verdadeira vida e do futuro.

A destruição da estrutura económica antecedida pela destruição da agricultura e pescas nacionais subjugadas aos ditames dos lobbies de Bruxelas terão apenas como resultado a fome e a miséria que já estão à porta de muitas famílias portuguesas – algumas, até agora, de classe média-alta que se confrontam agora com falta de liquidez, falências, dívidas à banca, etc.

Tudo isto poderia ser minimizado se houvesse a possibilidade de se mostrarem outros caminhos, os caminhos duros mas de plena verdade e de realidade aos portugueses, os caminhos de auxílio e solidariedade.

Lembrai-vos que muito gostaria de vos poder ajudar mais e de estar aí ao vosso lado a sofrer e a lutar ombro a ombro como irmãos. No entanto, eu continuo refém de uma situação vergonhosa de tentativa de assassinato político, pessoal e familiar executada a partir do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), que se tem arrastado com o silêncio e conivência do próprio Ministro. Porém, garanto-vos de que não deixarei nunca de fazer a minha parte, na medida das minhas actuais possibilidades, e o que vos posso também garantir é que estamos a trabalhar seriamente e muito em breve será colocado à vossa disposição, via on-line, um plano de contingência onde ensinaremos um conjunto de medidas para minimizar a crise geral e à qual possamos todos sobreviver.

A todos vós, portugueses e portuguesas, faço votos que tenhais um Bom e Santo Natal e sabei que estou sempre convosco na oração para que nos seja concedido, e permitido, um futuro cada vez melhor. Por vós e sempre convosco,

Viva Portugal!

S.A.R. Dom Rosário, o Príncipe Real de Portugal e Duque de Bragança.

Tiago de Menezes disse...

Por uma real atuação de SAR D. Rosário Poidimani de Saxe-Coburgo-Gota e Bragança, legítimo Duque de Bragança !!

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

Sou obrigado a concordar com o Sr. Samuel Sobieski, Rosario Poidimani «é determinado naquilo que pretende», já que não tem limites para alcançar os seus fins, como falsificar passaportes diplomatas, títulos e símbolos de uma Nação que em nada lhe diz respeito; ou mesmo comprar – e inventar - títulos nobiliárquicos. Outro facto bastante curioso é a forma como esse tal Poidimani se torna herdeiro da Coroa Portuguesa – respondendo ao Sr. “Indignado” – porque em país algum é permitida a adoção depois da maioridade, quer dizer, é provável que até haja países que assim o permita, mas em Itália, que foi onde se deu a adoção de Podimani por D. Maria Pia Saxe-Coburgo-Gotha, não é permitido. E também é curioso que as filhas legítimas de D. Maria Pia tenham também abdicado em favor do irmãozinho… e ainda mais curioso é o facto de não existir a prova de que Maria Pia seja a verdadeira D. Maria Pia Saxe-Coburgo-Gotha; que El-Rei D. Manuel II tenha tido uma irmã ninguém duvida, mas D. Manuel II nunca teve contacto com essa irmã pois não sabia do seu paradeiro, assim como ainda hoje não se sabe do verdadeiro registo assinado por D. Carlos I legitimando a filha natural, era assim que se chamavam aos ilegítimos, que tiveram com Maria Amélia Laredo e Murça, sem o título Sr. “Indignado”, que já agora me dá uma novidade: então Rosario Poidimani é primo de D. Maria Pia? Por parte de quem? Da mãezinha ou do paizinho?
Em relação, Sr. “carlopod” ao «tiveram que ir buscar esses dois», é preciso ter algum cuidado com as palavras, sobretudo quando não se tem a certeza, ainda que a julgamos ter, porque S.A.R. D. Duarte Nuno era de facto membro da Casa de Bragança, do ramo miguelista, mas de Bragança, primo de D. Carlos I e de D. Manuel II e neto de D. Miguel I, bisneto de D. João VI. E já agora, sabiam que D. Manuel II reconheceu o ramo miguelista como pretendentes ao Trono caso viesse a morrer sem descendência, e que para isso casou o primo D. Duarte Nuno com uma prima do ramo liberal, a trisneta de El-Rei D. Pedro IV – que expulsou o irmão D. Miguel I –, bisneta de segundo Imperador do Brasil e neta da Imperatriz D. Isabel – que alforriou os escravos – D. Maria Francisca de Orleães e Bragança – que também é prima de D. Amélia a última rainha de Portugal. Tudo isto faz com que, senão estou enganado, o 24º Duque de Bragança, S.A.R. D. Duarte Pio – ou D. Duarte III – seja verdadeiramente o Chefe da Sereníssima Casa de Bragança, descendente dos dois ramos: o liberal e o miguelista, se calhar tem ainda mais força… A Rainha D. Amélia aceitou ser madrinha de S.A.R. D. Duarte Pio e deixou ao afilhado todo o seu legado em testamento, legado esse que D. Manuel II deixara a sua mãe quando morrera, assegurando assim a continuidade da Cada de Bragança.

Anónimo disse...

(continuando…)
Admira-me que não haja alguém que tenha falado sobre o banimento do ramo miguelista… mas até essa questão foi resolvida, senão vejamos: Em 1834, no final da guerra civil, a linhagem Miguelista foi banida de Portugal e perdeu todos os direitos de cidadania, de nobreza e de pretensão ao trono, esse banimento foi revogado em 1842 com a queda da Constituição de 1838, mas foi retomado na implantação da República, em 1910, sendo então alargado a toda a família real da Casa de Bragança. Em 1950, foi definitivamente revogado pela Assembleia Nacional da IIª República Portuguesa, sim, por António Oliveira Salazar, o senhor não podia ser mau em tudo... Os membros desta linhagem, onde se inclui S.A.R. o Duque de Bragança D. Duarte Pio, foram considerados pelos vários grupos monárquicos como sendo os legítimos sucessores do Trono. Só uma pequena curiosidade, certamente sabiam que o Professor Doutor Oliveira Salazar ponderou, à semelhança de Franco, Restaurar a Monarquia em Portugal, até porque ele era monárquico, só não o fez, porque os herdeiros do Trono eram opositores à Ditadura e por isso criou-se uma seria incompatibilidade, se o então Duque de Bragança D. Duarte Nuno fosse declarado Rei, Salazar sairia do Governo.
Eu não sei, mas penso que S.A.R. D. Duarte Pio não tem porque ficar «à rasca», como sugere “EnrabaBragança”, e entrar em jogos e esquemas como os sugeridos, aliás não me parece que S.A.R. se interesse e gaste o seu tempo em teorias da conspiração. E como sempre a verdade prevalecerá!

VIVA PORTUGAL! VIVA O REI! VIVA D. DUARTE PIO, DUQUE DE BRAGANÇA!

Nuno Campos Monteiro, V.de Ariz

Anónimo disse...

Vale a pena ir ao site monarquicos.com e ver o fabuloso discurso de D. Rosário do dia 25 de Abril de 2012 onde ele esclarece frontalmente todo o ataque traiçoeiro saido das fileiras do MNE português com mão do Sr. Duarte Pio e da sua corja maçónica onde se encontra o sogro, a familia Soares e outra corja que só tem prejudicado Portugal e que teme a vinda de D. Rosário.

Anónimo disse...

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